Apagou-se a última estrela


Naquele lindo estrelado céu que eu tantas noites admirei. Onde consecutivamente perdia o olhar em pensamentos quem me transportavam para mundos tão únicos. Mundos, onde tudo era possível, mas ao mesmo tempo tão solitário.Nesses mundos que percorria, onde somente a minha presença se fazia notar, para alem do vazio de quando sorria e com ninguém tinha com quem partilhar.Nesse mesmo céu que ilumina a noite e como rebanho perante o pastor, a Lua, as estrelas se expõem.Nesse mesmo céu que em outros tempos encaminhou a realeza rumo ao criador nascido.
Perdi o meu olhar…
Perdi o meu olhar numa única estrela.
Pouco a pouco, como se todas as outras saíssem do meu campo de visão, parecendo apagar-se, aquela estrela ganhava realce, ganhava alma.
E pouco a pouco, o meu sorriso já não se sentia só. Sentia a partilha do carinho e do brilho.
Não sabendo explicar o que este ponto no céu tinha de diferente, fui-me deixando levar pela emoção. Sonhei, pulei, corri, gritei ao mundo, para que soubessem que encontrei aquela estrela.
Todas as manhas, antes que o sol ganhasse o seu trono real, ela dizia-me “bom dia”, como se vivesse o dia comigo. Que sensação indescritível!
Mesmo em noites tempestuosas, onde muitas vezes nos perdemos, e deixamos de trocar nossos olhares, eu sabia que ela estava lá.
Mesmo quando julguei perde-la num céu estrelado, ela sabia que eu aqui estava, à procura, na ânsia de a ver.
Com muito sacrifício, tentava esticar ao máximo os meus braços, procurando aconchega-la em meu regaço.
Mas sou humano e limitado, acostumado a outros movimentos que em muito se diferenciam.
Mas mesmo assim acreditei que ela via o meu esforço.
Mesmo assim sorria à minha estrelinha.
E sem que qualquer astrónomo previsse, ela desapareceu.
Assim…
Desapareceu!
Sem uma explicação, sem uma razão lógica, que explicasse a ausência da despedida cordial que pelo menos pensei ter direito.
Mas foi quando alguém me disse – Deus também precisa de dormir, e sentiu necessidade de apagar as estrelas” – e continuou – “ E pelo que me contas, apagou a ultima estrela do céu, a tua. Mas não vejas como um fim, mas como o início do caminho que te falta percorrer. Se até aqui aprendeste a caminhar apoiado nessa estrela, aprende agora a caminhar sozinho, porque Deus vai acordar para ler, e como candeeiro divino a tua estrela vai acender, para brilhar novamente”.
Estas palavras, apesar de me entristecerem, porque não ter sido previamente avisado, reconfortaram-me. E mais ainda quando a mesma voz me disse – “O carreiro das cabras, já os lobos conhecessem. Faz tu, o teu próprio caminho, porque nesse teu caminho há de certeza uma estrelinha que nunca te abandonará. Aprende a sorrir, quando tiveres vontade de chorar. Sorri mais ainda quando a felicidade te abraçar, e nunca encontrarás motivos para desalentar quando Deus precisar de dormir. Porque essa estrela nunca estará só, enquanto houver alguém, como tu, que nela acredite



“Vós sois uma pedra bruta que está sendo lapidada no seio do incomensurável e nos meandres da consciência do Uno vos tornareis um cristal reluzente, a jóia do universo.” Marizilda Lopes do Livro Asas para a Liberdade


Acreditar... Acreditando!


Sabe Deus quanto amei.
Amei o sorriso, o toque e a presença.
Amei a tua existência na minha vida.
Amei, simplesmente amei.
Mas amei demais...

Aceitei mentiras e traições.
Aceitei difamações e virar de costas.
Aceitei o ruído do silêncio e o telefone que nunca mais tocou com a tua voz.
Aceitei a dor e a solidão, porque acreditei no teu reconhecimento do erro, que não chegou.
Aceitei a frieza do teu coração, perante o fervilhar do sentimento com que gratuitamente te alimentei.
Mas amei demais...

Amei-te tanto que me esqueci de mim.
Esqueci-me que também tenho uma vida.
Uma vida com direito a ser feliz.

Estagnar numa dor, é parar no tempo.
É desvalorizar outros que por certo merecem o nosso amor e atenção.
Mas, oh meu Deus, amei demais...

Amei tanto, tanto, que voltaria amar-te de novo, se o tempo voltasse a trás.
Mas como não volta, não mais direi novamente, o que tantas vezes te disse.
Porque amarmos quem merece o nosso amor, nunca será... amarmos demais.

"Amo-te agora enquanto escrevo isto, e amo-te agora enquanto lês isto." Nicholas Sparks, Livro O Diário da Nossa Paixão

Para lá do pôr-do-sol


A tristeza que invade a minha alma é bem superior à sua capacidade de aceitação.
Perdi a vontade de sorrir, brincar e sonhar
Aprendi pelo catecismo, que nunca deveria deixar de ser criança, e acreditar sempre nos sonhos que essa mesma criança alimenta.
Mas morri! Eu sei que morri.
Eu, já não sou eu.
Eu, já não sei quem sou, ou quem fui um dia.
Será que num futuro distante, alguém questionará a personagem que representei neste teatro da vida mortal?
Claro que não!
Não se perde tempo a estudar quem não marcou a história.
Não alimentes, tu também, sonhos que ninguém tem capacidade de aceitar.
Não alimentes sonhos, onde não existe dinheiro que alimente a fome do poder e ganância dos que te rodeiam.
A utopia das ideias foi a maior ofensa criada pelo ganancioso, para com um Deus que defende as crianças, e os sonhos que as alimenta.
Foge deste tempo, desta Era, deste mundo.
Foge enquanto é tempo.
Pega na tua pá, e cava o teu fosso bem longe.
Esconde-te na tua procura, sem medo de o fazeres sozinho.
Nascemos sozinhos.
Então porque deveremos ter medo de sozinhos caminhar?
Nunca passarás de um mero número estatístico de uma tabela qualquer.
Vive a tua vida e faz dessa tua vida um arco-íris, mesmo que sejas o único a contempla-lo. Porque a cor desse arco-íris, será sempre o espectro mais certo que terás.
Porque quando gira o mundo, e alguém chega ao fundo de um ser humano, há uma estrela à solta, pelo céu-da-boca, quando se diz “amo-te”.
A vida, é um segmento de recta, com princípio e fim.
Um segmento de recta, tão grande ou curta, consoante a intensidade com que a vives.
Faz dela bem curta, pois será sinal de que valeu a pena e atingiste o pico da emoção e satisfação pessoal, sem pisares ou maltratares alguém.
Trata de ser feliz, para que outros, procurem imitar-te, mesmo não sabendo quem és ou foste… porque valeu realmente a pena… marcar a diferença.
Boa sorte nessa caminhada.



“Pensa que cada dia que amanhece é o teu último dia.” Palavras de Horácio, Livro A vida é breve

Sorriso ao ADEUS


Sentado no cantinho de um quarto vazio, os pensamentos escoam-se como uma cascata livre em direcção ao oceano dos sonhos, sempre acompanhado com a nostalgia da dor infligida por quem amamos.
Não sei em que momento comecei a ter a percepção em que já não chegavam as convicções para ancorar a palavra Acreditar. Despida desta última, a acção humana fica condenada ao néscio da incredulidade ou da acção temerária.
Há o apoio da esperança mas para quem as convicções é uma corda que se trilha nos dias, a esperança é um mecanismo mais inerte e mesmo substancialmente mais ingénuo.
É neste conflito entre o ser e a circunstância que se recorre ao Divino. Acreditando que algo é transcendente há nossa compreensão e se perpetua no domínio da espiritualidade e por esta forma apoiei-me na Fé.
É apenas um recurso para garantir as Convicções, quando manietados nos fatigam os dias e os vemos afundarem-se nas tempestades que formando enxurradas levam no seu turbilhão pertences do nosso coração, como pequenas virtudes que estimamos, gestos que nos encantam ou tão simplesmente pessoas que admiramos.
...Quão intricado, enfim, este ser humano, passível de sentir e de querer para além do que está ao alcance dos nossos dedos e das nossas forças e de criar em nós mesmos o melhor esboço de carrascos de nós próprios nas nossas magoas e fantasmas, incertezas e medos... e, no entanto, quão ricos na versatilidade de um sorriso ou uma lágrima, um beijo ou um abraço e quão imperfeitos na nossa miríade de prismas todos diferentes... quão orgulhosos de abrir caminho a ferro e fogo de coração ao peito neste mundo em que sonhos às vezes não são mais que miragens... ou realidades feitas de fumo. Tenho finalmente oportunidade de quebrar o silêncio a que esta Lágrima parecia condenada. Os dias ganham um ritmo voraz que me conduz por necessidade e alguma inércia para um caminho que nos afasta vezes demais de projectos de afecto e das pessoas, companheiras ou amigos de viagem. Não nasce nesses dias o esquecimento, nasce uma saudade que nos vai conquistando a par de um ritmo de trabalho que empurra o tempo que sobra para uma única função, um descanso curto. Mesmo no leito, deponho as minhas armas, e o amor que reuni, porque não ganhei… mas também não perdi.
Dei-te o que a alma já não tinha, no clímax da emoção, ardor que mata sem se ver, e me afugenta a alegria que entoava no meu olhar.
Nunca haverá dinheiro que me compre, ou cubículo à beira mar que me conquiste, porque este amor não está à venda, nem se ganha em lotaria.
Eu perdi um pedaço de mim,
Perdi a essência da minha alma,
Perdi o rumo, o prumo, perdi minha direcção no mundo,
Quando me vi diante do fim.
Perdi meu amor próprio, perdi a vontade de viver,
Perdi minha alegria,
Perdi-me de ti...
Só não consigo perder esse amor que sinto
Tão forte e ardente...
Ninguém tira...nada acaba, ninguém destrói
o meu amor por ti!
Mesmo com a dor, a magoa e tristeza,
Ele ainda existe
Persiste em viver,
E Insiste a cada dia
Gritando e clamando
Que ainda te quer.
Era esse meu medo...
como temia isso...
Mas esse sentimento é mais forte do que eu mais forte do que tudo nesta vida.
E quando me dei conta, já estava completamente perdido, novamente nesse sentimentos alucinador.
Que nos eleva aos céus do amor e ao mesmo tempo nos condena ao inferno da dor...
Esse sentimento que me invade lentamente, me domina pouco a pouco
Já me faz chorar...
já faz as lágrimas correrem sobre minha face fria...
eu não queria sentir isto novamente...
eu não queria amar...
eu não queria sofrer...
eu não queria ver-te chorar nem tão pouco sofrer...
eu só queria e quero, agora morrer....
Eu não sou mais eu, nem sou tu, não me reconheço no espelho, não sei de mim, não sou mais aquele rapaz calmo e sereno, não sou o homem determinado e convicto, não sou o que era nem o que eu nunca fui. Hoje sou as lágrimas da minha dor, sou a descrença no amor, sou o medo do sofrer, sou solidão na multidão, a certeza em dúvida de ser ou não ser.
Em mim restou apenas os sonhos do ser e do ter.
Sonhos cinzas, sem brilho sem cor, sem esperanças, mas ainda sim sonhos.
Sempre sonhos
Sonhos Sempre
De amor...
Minha Princesa,
O tempo passou, e eu estou aqui.
Lágrimas rolaram, sentimentos mudaram, algumas pessoas passaram por mim, poucas ficaram, e eu estou aqui, neste momento diante de um computador, com uma vontade desesperadora de me expressar, de falar através de imagens de poemas de textos enigmáticos, o que eu sinto. De forma subjectiva que seja...
Mais eu preciso falar…
Falar alem das palavras que por mim são ditas, dizer o que ninguém quer ouvir, o que ninguém entende e nunca irá entender...
Por muitas vezes repeti esse ritual, mas acredito que hoje ele se concluirá.
Voltar a escrever não é uma tarefa fácil, assim como não foi fácil voltar a viver...
Mais eu consegui.
E agora sinto que de alguma forma estou pronto para escrever novamente.
Eu amo o passado, o que foi a historia de amor mais linda que já ouviste falar. Eu amo-te! Eu amo uma mulher maravilhosa pela qual me apaixonei tão de repente, a mulher merecedora de tudo que sou de tudo que fiz, eu amo a mulher que não existe mais, eu amo as lembranças de momentos únicos, intensos de paixão. Eu amo e sempre vou amar tudo o que tu foste para mim. Eu amo os olhos grandes mas serenos, que lágrimas de amor por mim derramaram, o olhar inebriante, mágico encantador. Eu amo o sorriso de criança, o sorriso de menina que desabrochava de tua face, quando via os meus olhos brilharem de alegria diante de um presente gentil. Eu amo o beijo da mulher que és, os carinhos e afagos, as palavras doces do serviço despertar com que me acordavas. Eu amo a professora, que com tanta paciência me ensinava coisas banais do dia a dia. Eu amo a mulher que nas suas mãos entreguei a minha vida com toda felicidade, a mulher no qual confiei os meus sonhos, e os transformou em realidade!
Amo a mulher que me faz chorar agora, de tanta saudade de tanta dor por não tê-la mais na minha vida. Eu amo uma mulher que não sei se existiu de verdade, ou foi apenas criação da minha mente.
Tanto amor, tantos sorrisos, beijos e abraços, brigas e desculpas... É triste ver que tudo isso acabou, infelizmente a vida quis assim.
Fecho hoje este livro, com a história de amor mais bela que alguém viveu e contou. A historia de um amor lindo, arrebatador, complicado e como todos, muito sofredor.
A nossa história teve um fim, mais ela será contada com muita alegria e com muito amor. Serás sempre o meu amor, meu sonho bom. Cada palavra doce cada gesto de amor, cada toque carinhoso, cada lágrima que pelo meu rosto caiu... Estarão guardados, com muito carinho no meu coração e na minha alma. És única e insubstituível, um presente divino, minha jóia rara. Terás o meu amor e afecto, hoje e por todo o sempre...
Obrigado por me tornares o homem que hoje sou, obrigado pela vida compartilhada, o amor ofertado...Obrigada por tudo, meu grande amor!
Mas minha Princesa, depois de tanto amor vivido, depois de tantos beijos e juras de amor o que fazer quando a chama do amor acaba? O que fazer quando não existe mais a esperança, a alegria de estar junto? O que fazer para o amor renascer num coração frio já tão cansado de sofrer?
Perguntas difíceis e complicadas para um coração sofredor, responder. Desta vez eu não tenho respostas. Não saem da minha boca palavras bonitas... versos ou prosas.
E neste momento, eu só te digo uma coisa…
Eu ainda quero voltar amar-te!
Mas será que realmente amaste?
Cuidas-te? Acariciaste?
Expressas-te todo o teu sentimento?
Ris-te e Choras-te?
Será que realmente amas-te?
Ou só feriste e magoaste?
A tuas palavras de amor, também foram palavras de dor?
Pedis-te desculpas? Perdoaste?
Será que realmente foi amor?
Desrespeitaste? Agrediste?
Machucaste?
Tentaste progredir, evoluir, tentaste realmente mudar?
Ou preferiste apenas acomodar-te?
Será que foste sincera, fiel e companheira?
Deste o teu amor completo por inteiro?
Será que o ciúme doentio não te cegou?
Será que o orgulho não te prejudicou?
E se realmente tu amaste, o que fizeste para ficar com o homem que a vida te dedicou?
Lutaste com fervor?
O reconquistaste?
O que fizeste para ter de volta aquele a quem dizias tanto amar?
Diz-me…
Será que realmente amaste?
Diz-me
Ou melhor, não digas nada, pois não há nada para ser dito...
Agora só resta as boas lembranças de um tempo bom que não volta mais.
Não vou fazer um poema, dizer em versos coisas bonitas, vou escrever aqui em simples palavras:
O amor...
O amor que sinto! Amor que se renovou em mim.
Aquele amor puro radiante de felicidade
Enlouquecedor, alegre e esperançoso.
De arrancar suspiros...
De fazer a mente viajar no mais doce paraíso.
Vou falar desse amor, que me fez um homem completo e realizado!
Desse amor que lágrimas faz cair e sorrisos desabrochar em mim...
Vou falar de ti Princesa, dos teus olhos, teu corpo, teu cheiro, tua alma.
De ti...Simplesmente de ti!
Minha fonte de vida...
Falar-te apenas, que te amo.
Que te quero, tanto e tanto...
Hoje
Amanhã
E por toda vida...
Não tenhas medo de me amar.
Agarra na coragem e olha-me nos olhos,
Diz-me o que vês, não te direi palavras bonitas para te convencer da verdade.
Tu tens de ver!
Diz-me...
Sim, diz-me o que tens para me falar.
Mesmo que não seja o doce mel da tua boca mais sim ferrões da abelha.
Eu quero ouvir...
Vê além dos pensamentos maldosos que rodeiam a tua mente.
Vê além do ciúme incontrolável
Vê além do que pode ser visto e sente além do que pode ser sentido.
Olha nos meus olhos,
Tu veras a minha alma, o que existe de mais secreto em mim.
Veras o que a tua mente não te diz:
A verdade,
Que eu te amo, e te quero por toda minha vida!
Tenta outra vez...luta, não desistas!
Lembra-te sempre, que no caminho de nossas vidas existem muitas pedras. Umas pequenas outras grandes, elas estão espalhadas por ai e todas tem um motivo de existir. Estão lá à espera que alguém "sem querer" tropece nelas, e caia... Não é nenhum erro cair e magoar. O erro está em não nos levantar-mos. Está em ignorar a queda e seguir em frente tropeçando cada vez mais. Devemos levantar, tirar a poeira do corpo, levantar a cabeça, curar as feridas que a queda nos causou e seguir em frente com atenção, com mais cautela para não cair novamente!
O caminho da vida é longo mais não é infinito. Não podemos parar por causa das pedras que encontramos nele.
Se tens um objectivo, luta por ele!
Luta por um amor em que acredites.
Porque eu estarei sempre aqui, mesmo sofrendo, e nunca te negarei o meu abraço.
Mesmo a sofrer, estarei aqui, porque já muitas vezes cai, e aprendi. Injusta e cruelmente chacinado, por quem outrora apoiei. Por amigos em quem acreditei, por seres a quem amei. Mas estou aqui… Mas a vida é mesmo assim, incontornável complexidade no caminho desconhecido que percorremos.
E mesmo assim, eu não sei descrever o que sinto neste momento, não consigo passar diante disto, eu só consigo sentir, martirizar-me com esta dor incontrolável que se alojou no meu peito. Eu nunca saberei relatar os meus pesadelos, que agora tomam forma, cheiro e cor. Eu não consigo fugir deste mal que me assombra o tempo. Eu não consigo salvar o perdido, alegrar um amor sofrido, que agoniza neste instante, pedindo ajuda, pedindo amor.
Desculpa-me Princesa, pelo breve desabafo!
Mas, são palavras com extremamente sinceras.
Infelizmente são palavras tristes cheias de dor.
Mas, Muito Obrigado pelo tempo que me dedicaste.
Mas agora, a tua caminhada foi escolhida com outro que não eu, e friamente me dispensaste.
Pedir-te que não me trates por insecto, já não resulta efeito.
Pedir-te que me dês um sinal, é falar ao vento contrário.
Já não precisas de mim para nada, e a facilidade está em destruir-me.
Pelo menos, que esta dor que me infliges, alimente o teu coração de alegria e amor, porque assim nem tudo foi em vão. E agora, que o tempo no tempo, se faça o tempo, que o próprio tempo, no tempo se perdeu. Porque algures nesse tempo, que em tempos, tempo me deu, estarei eu, agarrado a um tempo, que já não me pertence.
De quem te ama mesmo, e que talvez, mais te amou em todo esse tempo.