Infinitudes


Tenho tantas saudades tuas, princesa!
Que a distância que nos separa parece um infinito.
Procuro-te nos recantos da mãe natureza, na brisa do mar, no som ensurdecedor da floresta virgem e muda, e nada nem ninguém me consegue indicar onde anda a minha pequena, grande mulher.
Foste a minha flor silvestre, que me mostrou o caminho do amor.
A minha pequena estrela no mundo das oportunidades.

Foste a minha energia nos dias exaustos.
O sol na escuridão em que vivia.

Deste-me a honra do teu sorriso.
A alegria do teu olhar.
A sabedoria da tua bondade, e o acreditar quando tudo parecia perdido.

Foste o meu ar, o estrelado da noite que partilhamos.
Foste a minha alegria e fantasia de um mundo que jamais queria abandonar.
Foste o meu tudo e és o meu ser.
Todos os dias te disse que te amava, mas hoje parece-me que nem isso foi o suficiente para te prender a meu lado.

A mãe natureza, de inveja, de mim te tirou, mas não ganhou, porque seremos sempre o UM, O SER, o TUDO.

Seremos sempre o Arco perfeito, do anel divino e secreto que nos uniu.
Onde a lágrima caída, é o diamante perfeito da mina das nossas almas, onde maior sintonia seria impossível.

Tenho tantas saudades tuas,…, minha Eterna ARCN.

Companheira



Jamais alguém compreenderá as palavras que nos uniram, porque só nós sabemos o quanto especiais fomos e sempre seremos.
Dissemos um dia, "Até que a morte nos separe! mas dissemos também "que entre nós, nunca haverá um Adeus!"; porque só nós sabemos que nem a morte nos vai conseguir separar.
A tua alma, morará para sempre em mim, até nos reencontrarmos novamente.
O que se passou, não foi uma partida, mas um até já.
Tenho a certeza que te voltarei a olhar nos olhos e sentir a tua alma forte, fonte da minha alegria. Tenho a certeza que a nossa química é mais forte que os universos que agora nos separam.
Tenho a certeza que no nosso reencontro, encontrarei a palavra certa e divina, que até agora não consegui, para expressar o que és para mim, o quanto te amei e o quanto te amo.
Na incapacidade de melhor me exprimir, deixo-te as palavras do Pedro, que tantas vezes, juntos, ouvimos.
Um até ja minha princesa, minha eterna companheira.


Deixei pousar minha boca em tua fronte
toquei-te a pele como se fosses harpa
escorreguei em teu ventre como o vento
e atravessei-te em mim como se fosse farpa

Deixei crescer uma vontade devagar
deixei crescer no peito um infinito
morri da morte lenta do desejo
e em cada beijo abafei um grito

Quando desfolho o livro velho da memória
sinto que o tempo passado à tua beira
é um espaço bom que há na minha história
e foi bonito ter dito companheira

Inventei mil paisagens no teu peito
rebentei de loucura e fantasia
quando me olhavas devagar com esse jeito
e eu descobri tanta coisa que não vias

Havia em ti uma forma grande de incerteza
que conseguias converter em alegria
havia em ti um mar salgado de beleza
que me faz sentir saudades em cada dia

Quando desfolho o livro velho da memória
sinto que o tempo passado à tua beira
é um espaço bom que há na minha história
e foi bonito ter dito companheira

O teu dia... a minha vida ÉS!

Jamais haverá palavras suficientes para dizer quem foste e o que sempre representaras na minha vida.
Obrigado pelos grandes momentos que me concedestes!
Obrigado pelas batalhas que juntos combatemos!
Obrigado pelos pequenos nadas que juntos vivemos!
Obrigado por me teres honrado com a tua presença na minha vida!
Simplesmente OBRIGADO por TUDO.
Serás sempre a minha MEIO-METRO, a minha ARCN.

Parabéns por este teu especial dia, onde sempre serás recordada, como ÚNICA e exemplo dos exemplos do que todos deveríamos ser.

Teu Sempre M-Q...

De onde vem esses olhos tristes?

Perdeste-te no caminho,
Numa viagem que não era tua.
Seguiste por uma estrada, um carreiro uma rua
Toda nua.
Onde a lua era a tua única companheira.

Perdeste-te na jornada
Encetada por amor,
Carrilhão de mágoa e dor
Mas sem rancor
Nem furor,
Pelo fim que não chega.

Plantaste rosas no tempo,
Onde os espinhos da maldade,
Te ofereceram sofrimento.
Na serigrafia da caminhada
Jornada sem fim
De tristeza e Saudade.

Rio facial!
Tormento torrencial,
Da mágoa que não pára.
Pela inocência roubada
Ao amor que te deste,
E que perdeste,
Sem nunca seres conquistada.

E amaste!
Acreditaste!
Venceste!
Mas criança… Morreste.

Colina da Esperança

Na colina da esperança voltei a ver-te.
Vi-te a correr de encontro aos meus braços com mesma garra de sempre.
O teu sorriso como aroma dos melhores perfumes do universo, emana o cosmos marcando a tua presença.
Como se nunca tivesses partido, senti-te juntinha a mim, num abraço profundo e duradouro.
O tempo pareceu tão pequeno, para superar as saudades que sinto de ti.
Não ouvi a tua voz, mas voltei a sentir o teu coração assim como a tua respiração em meu ouvido.
Tenho tantas saudades!
Saudades do teu jeito de menina-mulher.
Rebelde, lutadora e de um coração repleto de amor pelo próximo.
Marcaste-me deste o primeiro minuto.
Marcar-me-ás até ao meu último suspiro no mundo dos mortais.
Tenho tanta coisa para te dizer e tão poucas palavras que as possam explicar.
Quero ter-te nos meus braços eternamente.
Não quero, nunca mais perder-te.
Pensamentos que invadem o meu espírito nestes segundos em que te sinto, nesta colina da esperança.
Os meus dias sem ti, são repletos de vazio e do nada.
São repletos de ausência do teu olhar, do teu cheiro e do teu toque.
Mas guardo o maior tesouro que comigo partilhaste. O nosso amor.
Amor incondicional.
Amor profundo.
Amor eterno.
Amor que vence as batalhas incompreensíveis de um homem egoísta e mau, sem condescendência pelo próximo.
Ensinaste-me a perdoar.
Ensinaste-me a lutar.
Ensinaste-me a estar atento aos sinais do tempo.
Mas não consegui ler nesses mesmos sinais do tempo, a hora da tua partida.
Abraça-me, amor!
Fica comigo hoje, amanhã e sempre.
Pois nesta colina da esperança, sei que isto será muito mais que um sonho, mas uma realidade muito em breve.
Estaremos juntos e eternamente, contemplaremos o estrelar da noite.
E nessa noite, repetir-te-ei novamente o grito da minha paixão e da minha loucura por ti.
E nesta colina da esperança, acredito que nunca duvidarás, das palavras quentes e ardentes do simples conjugar de letras que simplesmente anunciam:
“- Amo-te Princesa!”